Frente de atuação

Direito Civil

Planejamento patrimonial e sucessório, imóveis, contratos de alta complexidade e contencioso cível, com a carga fiscal calculada desde o início.

São Paulo-SP · atuação nacional Revisado em 19/08/2026
Direito Civil — M. Freitas Advogados
Base legal deste trabalho
  • Lei 7.713/1988, art. 6º, XIV

Extraído das normas citadas ao longo desta página.

Neste conteúdo
  1. Patrimônio protegido é patrimônio estruturado
  2. Nossas frentes de atuação em Direito Civil
  3. Como conduzimos uma demanda patrimonial
  4. O que nos diferencia

Patrimônio protegido é patrimônio estruturado

Proteção patrimonial raramente falha por falta de intenção. Falha por falta de estrutura: o imóvel que nunca foi regularizado, a doação feita sem cláusula, a sucessão deixada para depois, o contrato assinado sem previsão do que fazer quando a outra parte não cumprir. Todos são problemas baratos enquanto são hipóteses e caros quando viram fato.

Nossa atuação em Direito Civil trata patrimônio como o que ele é — um conjunto de bens, contratos e relações que precisa de arquitetura para durar. E trata a carga fiscal como parte dessa arquitetura, não como surpresa no fim: ITBI, ITCMD, ganho de capital e imposto sobre aluguel entram na conta na hora de decidir, e não na hora de pagar.

Nossas frentes de atuação em Direito Civil

Planejamento patrimonial e sucessório

Organização da transmissão de patrimônio em vida, por doação com reserva de usufruto, estruturação societária ou testamento, conforme a composição da família e dos bens. O cálculo do ITCMD e do ganho de capital é feito antes da escolha do instrumento — e não raro é ele que define o instrumento. Planejar cedo é mais barato que inventariar depois, e a diferença costuma ser expressiva.

Imóveis: regularização e gestão de ativos

Regularização registral e fiscal, retificação de área, usucapião, inventário de bem imóvel, revisão de IPTU e ITBI, e estruturação da renda de locação. Imóvel irregular é patrimônio travado: não se vende pelo preço, não se dá em garantia e não se transmite sem litígio.

Contratos de alta complexidade

Compra e venda, permuta, locação, mútuo, parceria e instrumentos de proteção patrimonial. A redação privilegia o que acontece quando algo dá errado — inadimplemento, rescisão, garantia, foro — porque é essa a parte do contrato que efetivamente se lê algum dia.

Contencioso cível

Cobrança, execução, defesa patrimonial, responsabilidade civil e disputas contratuais e imobiliárias. Postura assertiva e orientada a encerrar a disputa no menor prazo viável: litígio longo consome mais do que costuma recuperar, e isso é dito no início, quando ainda dá para escolher.

Pessoa física perante o Fisco

Malha fina do Imposto de Renda, regularização de CPF, isenção por doença grave e restituição do que foi retido indevidamente. São matérias tributárias que chegam pela porta do patrimônio pessoal, e é aqui que são tratadas.

Proteção patrimonial legítima

Separação entre patrimônio pessoal e empresarial, estrutura documentada e regularidade mantida. Não trabalhamos com blindagem vendida como produto: estrutura montada para frustrar credor já existente é fraude, e desfaz-se em juízo com efeito pior do que a exposição original.

Como conduzimos uma demanda patrimonial

1. Inventário do que existe. Bens, títulos, contratos, participações, pendências registrais e fiscais. Planejamento feito sobre patrimônio presumido não sobrevive à primeira certidão.

2. Conta fiscal antes da escolha. ITCMD, ITBI e ganho de capital calculados por cenário. É o que diferencia doação de holding, e testamento de partilha em vida.

3. Regularizar antes de transmitir. Não se transmite bem irregular sem carregar o problema para o herdeiro ou para o comprador.

4. Documentar a intenção. Cláusula de incomunicabilidade, impenhorabilidade, reversão e usufruto existem para dizer, com efeito jurídico, o que a família combinou.

O que nos diferencia

A conta do imposto entra no começo. Planejamento sucessório desenhado sem cálculo de ITCMD e ganho de capital costuma custar mais do que a sucessão que pretendia evitar.

Discrição em assunto de família. Sucessão e patrimônio envolvem informação que não circula. O atendimento é conduzido sob sigilo profissional e com acesso restrito.

Franqueza sobre litígio. Quando a disputa não compensa, isso é dito. Quando compensa, é conduzida com objetivo definido e prazo estimado.

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre Direito Civil

Respostas objetivas às dúvidas mais comuns de quem procura por essa área.

Qual a vantagem de planejar a sucessão em vida?

Custo, prazo e previsibilidade. A transmissão organizada em vida permite escolher o instrumento, calcular o imposto com antecedência e evitar o inventário litigioso, que é o cenário mais caro e mais longo. Também permite dizer, com efeito jurídico, o que a família combinou — em vez de deixar a interpretação para depois.

Holding familiar reduz imposto na sucessão?

Pode reduzir, mas não automaticamente. A integralização de bens no capital social e a posterior transmissão de quotas têm efeitos próprios de ITBI, ITCMD e ganho de capital. A vantagem depende da composição do patrimônio, do estado de domicílio e do momento. Feita a conta, às vezes a doação direta com usufruto é mais eficiente.

Comprei um imóvel irregular. O que dá para fazer?

Depende do tipo de irregularidade — registral, construtiva ou fiscal. Há caminhos de retificação, usucapião, regularização junto à prefeitura e revisão de lançamento de IPTU e ITBI. O que não se recomenda é seguir com o bem irregular: ele não se vende pelo preço de mercado nem serve de garantia.

Fui notificado na malha fina do Imposto de Renda. É grave?

Na maioria dos casos é divergência de informação, não acusação. Retenção declarada de forma diferente pela fonte pagadora, despesa médica sem comprovante hábil e rendimento de dependente são as causas mais comuns. Regularizar antes do lançamento de ofício evita multa mais alta e encerra o assunto.

Tenho doença grave. Tenho direito a isenção de Imposto de Renda?

A isenção alcança proventos de aposentadoria, reforma ou pensão de portadores das moléstias listadas na Lei 7.713/1988, art. 6º, XIV, mediante laudo. Reconhecido o direito, cabe também a restituição do que foi retido nos cinco anos anteriores. A jurisprudência do STJ dispensa a contemporaneidade dos sintomas para a manutenção do benefício.

Meu CPF está irregular. Isso afeta o quê?

Abertura e movimentação de conta, obtenção de crédito, emissão de passaporte, participação em concurso, recebimento de restituição e assinatura de escritura. A causa costuma ser declaração pendente, débito inscrito ou divergência cadastral — cada uma com um caminho de regularização próprio.

Irregularidade de um imóvel pode causar problema tributário para a empresa?

Pode. Divergências entre situação registral, cadastro municipal, utilização efetiva e titularidade podem afetar operações, financiamento, venda, integralização de capital e incidência de tributos. Regularização imobiliária empresarial deve ser analisada em conjunto com os reflexos fiscais e societários, especialmente quando o imóvel possui valor relevante no patrimônio.

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Planejamento tributário também pode proteger o patrimônio dos sócios?

Pode contribuir para uma estrutura patrimonial mais organizada, mas “proteção patrimonial” não significa blindagem contra dívidas ou criação de estruturas para fraudar credores. O planejamento lícito busca separar adequadamente patrimônio pessoal e empresarial, melhorar governança, sucessão e documentação. Qualquer reorganização feita quando já existe cobrança relevante deve ser analisada com ainda mais cautela.

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